O sacrifício mais agradável a Deus!

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O sacrifício mais agradável a Deus


7. Portanto, quando apresentarem a sua oferenda no altar, se vocês se lembrarem de que seu irmão tem alguma coisa contra vocês, deixem o donativo aos pés do altar e vão primeiramente se reconciliar com o seu irmão, e voltem depois para oferecer a sua oferta. Mateus, 5: 23 e 24.


8. Quando Jesus diz: “Vão se reconciliar com o seu irmão, antes de apresentarem a sua oferenda no altar”, ele está ensinando que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o do seu próprio ressentimento; que, antes de se apresentar a ele para ser perdoado, a pessoa também precisa ter perdoado, e que, se ela tiver feito algo contra um de seus irmãos, ela precisa reparar seu erro; só então a oferenda será aceita, porque ela terá vindo de um coração purificado de qualquer pensamento mau. Ele materializou esse preceito porque os judeus ofereciam sacrifícios materiais; então era necessário adequar suas palavras aos costumes deles. O cristão não oferece donativos materiais; ele já espiritualizou o sacrifício, mas o preceito ganha mais força ainda; ele oferece sua alma a Deus, e essa alma deve ser purificada; ao entrar no templo do Senhor, ele deve deixar de fora todo sentimento de ódio e de aversão, todo mau pensamento contra seu irmão; só então sua oração será levada pelos anjos aos pés do Eterno. Eis o que ensina Jesus com estas palavras: “Deixem sua oferenda aos pés do altar e vão primeiro se reconciliar com o seu irmão, se quiserem ser agradáveis ao Senhor.” - Allan Kardec.


Extraído de:

1 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - Allan Kardec - Tradução: Ery Lopes – Luz Espírita – www.luzespirita.org.br – Domínio Público. Capítulo XX.

 

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Mediunidade Gratuita

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MEDIUNIDADE GRATUITA

Dai de graça o que de graça recebestes (Mt 10:1-8)

2. “Dai de graça o que de graça recebestes (Mt 10:1-8)” — diz Jesus aos seus discípulos; com esse preceito ele recomenda que a pessoa não cobre por aquilo pelo qual ela mesma não pagou; ora, o que eles haviam recebido gratuitamente era a faculdade de curar os doentes e de expulsar os demônios, ou seja, os maus Espíritos. Esse dom tinha sido dado a eles gratuitamente por Deus, para o alívio daqueles que sofrem e para ajudar na propagação da fé; então Jesus lhes disse para não fazer desse dom nem um comércio, nem um objeto de especulação e nem um meio de vida.

 

Preces pagas

3. Ele disse em seguida aos seus discípulos, na presença de todo o povo que o escutava: Tenham cuidado com os escribas que se exibem a passear com longas túnicas, que gostam de ser saudados nas praças públicas e de ocupar

os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; aqueles que, a pretexto de longas preces, devoram as casas das viúvas. Essas pessoas receberão condenação mais rigorosa. (Lucas, 20: 45 a 47; Marcos, 12: 38 a 40; Mateus, 23: 14).


7. Os médiuns modernos, - pois os apóstolos também tinham mediunidade, - receberam igualmente de Deus um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem, pois que não se originam nas suas ideias, nem nas suas pesquisas, nem, em qualquer outra espécie de seu trabalho pessoal. Deus deseja que a luz atinja a todos, e não que o mais pobre seja deserdado e possa dizer: Não tenho fé, porque não pude pagar; não tive a consolação de receber o estímulo e o testemunho de afeição daqueles por quem choro, pois sou pobre. Eis porque a mediunidade não é um privilégio, e se encontra por toda parte. Fazê-la pagar, seria portanto desviá-la de sua finalidade providencial. Allan Kardec.


Extraído das Traduções:

1 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRISTISMO, Allan Kardec, Tradução: Herculano Pires, Ed. LAKE, CAPÍTULO XXVI.

2 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - Allan Kardec - Tradução: Ery Lopes – Luz Espírita – www.luzespirita.org.br – Domínio Público. Capítulo XXVI.


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V – Obsessão – Livro: Leis de Amor.

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V – Obsessão – Livro: Leis de Amor.


1 - Existe relação entre obsessão e correntes mentais?

- Quem se refere à obsessão há de reportar-se, necessariamente, às correntes mentais. O pensamento é a base de tudo.


2 - Todos temos desafetos do pretérito?

- Inegável que todos carreamos ainda, do pretérito ao presente, enorme carga de desafetos.


3 - Qual a nossa posição, depois de desencarnados, quando não somos integralmente bons, nem integralmente maus?

- Quando desencarnados, em condições relativamente felizes, guardadas as justas exceções, somos equiparados a devedores em refazimento, habilitando-nos, pelo trabalho e pelo estudo, ao prosseguimento do resgate dos compromissos de retaguarda.


4 - Onde somos defrontados com mais frequência pelos desafetos do passado, na Terra ou no Plano Espiritual?

- É compreensível que seja na esfera física que mais direta e frequentemente nos abordem aqueles mesmos Espíritos a quem ferimos ou com quem nos cumpliciamos na delinquência.


5 - Como poderíamos classificar aqueles que em outras existências nos foram inimigos ou de quem fomos adversários e que, no presente, desempenham, na base da profissão ou da família, o papel de nossos companheiros e de nossos parentes?

- São elas as testemunhas de nosso aperfeiçoamento, experimentando-nos as energias morais, quando não lhes suportamos o permanente convívio, por força das provas regenerativas que trazemos ao renascer. Acompanha-nos por instrumentos do progresso a que aspiramos, vigiam-nos as realizações e policiam-nos os impulsos.


6 - Quando estaremos realmente em paz com todos aqueles que ainda são para nós aversões naturais ou pessoas difíceis?

- Um dia, chegaremos a agradecer-lhes a colaboração, imitando o aluno que, incomodado na escola, se rejubila, mais tarde, por haver passado sob as atenções do professor exigente.


7 - Como se transformam os nossos adversários do passado?

- Nos processos da obsessão, urge reconhecer que os nossos opositores ou adversários se transformam para o bem, à medida que, de nossa parte, nos transformamos para melhor.


8 - As sessões de desobsessão têm valor? Em que condições?

- Toda recomendação verbal e todo entendimento pela palavra, através das sessões de desobsessão, se revestem de profundo valor, mas somente quando autenticados pelo nosso esforço de reabilitação íntima, sem a qual todas as frases enternecedoras passarão, infrutífera, qual música emocionante sobre a vasa do charco.


9 - Em que tempo e situação no podem atingir os fenômenos deprimentes da obsessão?

- Salientando-se que o pensamento é a alavanca de ligação, para o bem ou para o mal, é muito fácil perceber que os fenômenos deprimentes da obsessão podem atingir-nos, em qualquer condição e em qualquer tempo.


10 - É preciso que o obsediado observe a própria vida mental para contribuir para as próprias melhorias?

- Sim. As correntes mentais são tão evidentes quanto as correntes elétricas, expressando potenciais de energias para realizações que nos exprimem direção, propósito ou vontade, seja para o mal ou para o bem.


11 - Qual o papel do desejo, da palavra, da atividade e da ação no fenômeno obsessivo?

- Cada um de nós é acumulador por si, retendo as forças construtivas ou destrutivas que geramos. Desejo, palavra, atitude e ação representam eletroímãs, através dos quais atraímos forças iguais àquelas que exteriorizamos, no rumo dos semelhantes.


12 - Quais as consequências para quem se detém em qualquer aspecto do mal?

- Deter-nos, em qualquer aspecto do mal, é aumentar-lhe a influência, sobre nós e sobre os outros.


13 - Qual a relação entre as manifestações do sentimento aviltado e os desequilíbrios da personalidade?

-Todas as manifestações de sentimento aviltado quais sejam a calúnia e a maledicência, a cólera e o ciúme, a censura e o sarcasmo, a intemperança e a licenciosidade, estabelecem a comunicação espontânea com os poderes que os representa, nos círculos inferiores da natureza, criando distonias e enfermidades, em que se levantam fobias e fixações, desequilíbrios e psicoses, a evoluírem para a alienação mental declarada.


14 - O que nos acontece moralmente quando emitimos um pensamento?

- Emitindo um pensamento, colocamos um agente energético em circulação, no organismo da vida – agente esse que retornará fatalmente a nós, acrescido do bem ou do mal de que o revestimos.


15 - Qual a relação entre os nossos pontos vulneráveis e o retorno do mal que praticamos?

- Compreendendo-se que cada um de nós possui pontos vulneráveis, no estado evolutivo deficitário em que ainda nos encontramos, toda vez que o mal se nos associe a essa ou àquela ideia, teremos o mal de volta a nós mesmos, agravando-se doenças e fraquezas, obsessões e paixões.


16 - O que recebemos dos outros?

- Assimilamos dos outros o que damos de nós.


17 - Que imagens reflete o espelho da mente?

- A mente pode ser comparada a espelho vivo, que reflete as imagens que procura.


18 - Qual o nexo existente entre a obsessão e os interesses da criatura?

- A obsessão, em qualquer tipo pelo qual se expresse, está fundamentalmente vinculada aos processos mentais em que se baseiam os interesses da criatura.


19 - As companhias têm influência na obsessão?

- Assevera o Cristo: “Busca e acharás”.

- Encontraremos, sim, os companheiros que buscamos, seja para o bem ou para o mal.


20 - Qual a solução mais simples ao problema da obsessão?

- Consagremo-nos à construção do bem de todos; cada dia e cada hora, porquanto caminhar entre Espíritos nobres ou desequilibrados; sejam eles encarnados ou desencarnados, será sempre questão de escolha e sintonia.


Fonte:

Extraído do Livro: Leis de Amor. Ditado pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Ed. FEESP – 1963.


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Mãe, estou aqui! Revista Espírita, janeiro de 1858.

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Evocações particulares – Mãe, estou aqui! Revista Espírita, janeiro de 1858.

A senhora X havia perdido, há alguns meses, sua filha única, de catorze anos de idade, objeto de toda a sua ternura, e muito digna de seus lamentos pelas qualidades que prometiam fazer, dela, uma mulher perfeita. Essa jovem pessoa havia sucumbido a uma longa e dolorosa doença. A mãe, inconsolável com essa perda, via, dia a dia, sua saúde alterar-se, e repetia, sem cessar, que iria logo juntar-se com sua filha. Instruída quanto à possibilidade de se comunicar com os seres de além-túmulo, a senhora X resolveu procurar, em uma conversa com a sua criança, um alívio para sua pena. Uma dama de seu conhecimento era médium, mas, pouco experimentadas, uma e outra, para semelhantes evocações, sobretudo, em uma circunstância tão solene, me convida para assistir. Não éramos senão três: A mãe, a médium e eu. Eis o resultado dessa primeira sessão.

A mãe. Em nome de Deus Todo-poderoso, Espírito de Julie X, minha filha querida, eu te peço vir se Deus o permite.

Julie. Mãe! Eu estou aqui.

A mãe. É mesmo tu, minha criança, quem me responde? Como posso saber que és tu?

Julie. Lili.

(Era um pequeno nome familiar dado à jovem, em sua infância; não era conhecido nem pelo médium nem por mim, já que, desde vários anos, não a chamava senão pelo seu nome de Julie. A esse sinal, a identidade era evidente; a mãe, não podendo dominar sua emoção, explode em soluços).

Julie. Mãe! Por que se afligir? Sou feliz; bem feliz; não sofro mais e te vejo sempre.

A mãe. Mas eu não te vejo. Onde estás?

Julie. Aí; ao lado de ti, minha mão sobre a senhora Y (a médium) para fazer com que escreva, o que te digo. Veja minha escrita. (A escrita era, com efeito, a da sua filha.)

A mãe. Tu dizes: minha mão; tens, pois, um corpo?

Julie. Não tenho mais esse corpo que me fazia sofrer; mas tenho dele a aparência. Não estás contente, que eu não sofra mais, uma vez que posso conversar contigo?

A mãe. Se eu te visse, pois, te reconheceria?

Julie. Sim, sem dúvida, e tu já me tens visto, frequentemente, em teus sonhos.

A mãe. Eu te revi, com efeito, em meus sonhos, mas, acreditei que era um efeito da minha imaginação, uma lembrança.

Julie. Não; sou eu que estou sempre contigo, e que procura te consolar; fui eu quem te inspirou a ideia de me evocar. Tenho muitas coisas a dizer-te. Desconfie do senhor F, ele não é franco.

(Esse senhor, só conhecido da mãe, e assim nomeado espontaneamente, era uma nova prova da identidade do Espírito que se manifestava.)

A mãe. Que pode, pois, fazer contra mim o senhor F?

Julie. Não posso dizer-te; isso me é proibido. Não posso mais que advertir-te para dele desconfiar.

A mãe. Estás entre os anjos!

Julie. Oh! não ainda; não sou bastante perfeita.

A mãe. Não te reconheço, no entanto, nenhum defeito; tu eras boa, doce, amorosa e benevolente para todo o mundo; será que isso não basta?

Julie. Para ti, mãe querida, eu não tinha nenhum defeito; eu acreditava nisso; tu me dizias, muito frequentemente! Mas, no presente, vejo o que me falta para ser perfeita.

A mãe. Como adquirires as qualidades que te faltam?

Julie. Em novas existências, que serão mais e mais felizes.

A mãe. Será na Terra que terás essas novas existências?

Julie. Disso não sei nada.

A mãe. Uma vez que não havias feito mal durante tua vida, porque tanto sofreste?

Julie. Prova! Prova! Eu a suportei com paciência, pela minha confiança em Deus; por isso, sou bem feliz hoje. Até breve, mãe querida!

Em presença de semelhantes fatos, quem ousaria falar do nada do túmulo, quando a vida futura se nos revela, por assim dizer, palpável? Essa mãe, minada pelo desgosto, goza, hoje, de uma felicidade inefável por poder conversar com sua criança; não há mais, entre elas, separação; suas almas se confundem e se expandem, no seio uma da outra, pela permuta dos seus pensamentos.

Malgrado o véu do qual cercamos essa relação, não nos permitiríamos publicá-la, se para isso não estivéssemos formalmente autorizados. Pudessem, disse-nos essa mãe, todos aqueles que perderam suas afeições na Terra, experimentar a minha mesma consolação!


Fonte:

Allan Kardec - Revista Espírita - Primeiro Ano – 1858

1993 Instituto de Difusão Espírita.

Evocações particulares - Mãe, estou aqui!

http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/re/1858/01g-evocacoes-mae.html


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Obsessores - Reunião pública de 21/3/1960.

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Obsessores - Reunião pública de 21/3/1960.

Obsessor, em sinonímia correta, quer dizer “aquele que importuna”.

E “aquele que importuna” é, quase sempre, alguém que nos participou a convivência profunda, no caminho do erro, a voltar­-se contra nós, quando estejamos procurando a retificação necessária.

No procedimento de semelhante criatura, a antipatia com que nos segue é semelhante ao vinho do aplauso convertido no vinagre da critica.

Daí, a necessidade de paciência constante para que se lhe regenerem as atitudes.

Considerando, desse modo, que o presente continua o pretérito, encontramos obsessores reencarnados, na experiência mais íntima.

Muitas vezes, estão rotulados com belos nomes.

Vestem roupa carnal e chamam­-se pai ou mãe, esposo ou esposa, filhos ou companheiros familiares na lareira doméstica.

Em algumas ocasiões, surgem para os outros na apresentação de santos, sendo para nós benemerentes verdugos.

Sorriem e ajudam na presença de estranhos e, a sós conosco, dilaceram e pisam, atendendo, sem perceberem, ao nosso burilamento.

E, na mesma pauta, surpreendemos desafetos desencarnados que nos partilham a faixa mental, induzindo­-nos à criminalidade em que ainda persistem.

Espreitam­-nos a estrada, à feição de cúmplices do mal, inconformados com o nosso anseio de reajuste, recompondo, de mil modos diferentes, as ciladas de sombra em que venhamos a cair, para reabsorver­-lhes a ilusão ou a loucura.

Recebe, pois, os irmãos do desalinho moral de ontem com espírito de paz e de entendimento.

Acusá­-los, seria o mesmo que alargar­-lhes a ulceração com novos golpes.

Crivá­-los de reprimendas, expressaria indução lamentável a que se desmereçam ainda mais.

Revidar­-lhes a crueldade, significaria comprometer­-nos em culpas maiores.

Condená­-los, é o mesmo que amaldiçoar a nós mesmos, de vez que nos acompanham os passos, atraídos pelas nossas imperfeições.

Aceita­-lhes Injúria e remoque, violência e desprezo, de ânimo sereno, silenciando e servindo.

Nem brasa de censura, nem fel de reprovação.

Obsessores visíveis e invisíveis são nossas próprias obras, espinheiros plantados por nossas mãos.

Endereça­, lhes, assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas não lhes negues paciência e trabalho, amor e sacrifício, porque só a força do exemplo nobre levanta e reedifica, ante o Sol do futuro.


Fonte:

Seara dos Médiuns. Espírito: Emmanuel. Psicografia: Francisco Cândido Xavier.


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Obsessão e Jesus - Reunião pública de 4/3/1960.

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Obsessão e Jesus - Reunião pública de 4/3/1960.

Cristãos eminentes, em variadas escolas do Evangelho, asseveram na atualidade que o problema da obsessão teria nascido no culto da mediunidade, à luz da Doutrina Espírita, quando a Doutrina Espírita é o recurso para a supressão do flagelo.

Malham médiuns, fazem sarcasmo, condenam a psicoterapia em favor dos desencarnados sofredores e, por vezes, atingem o disparate de afirmar que a prática medianímica estabelece a loucura.

Esquecemos e, no entanto, de que a vida de Jesus, na Terra, foi uma batalha constante e silenciosa contra obsessões, obsidiados e obsessores.

O combate começa no alvorecer do apostolado divino.

Depois da resplendente consagração na manjedoura, o Mestre encontra o primeiro grande obsidiado na pessoa de Herodes, que decreta a matança de pequeninos, com o objetivo de aniquilá lo.

Mais tarde, João Batista, o companheiro de eleição que vem ao mundo secundar lhe a obra sublime, sucumbe degolado, em plena conspiração de agentes da sombra.

Obsessores cruéis não vacilam em procurá-lo, nas orações do deserto, verificando-lhe os valores do sentimento.

A cada passo, surpreende Espíritos infelizes senhoreando médiuns desnorteados. O testemunho dos apóstolos é sobejamente inequívoco.

Relata Mateus que os obsidiados gerasenos chegavam a ser ferozes; refere-se Marcos ao obsidiado de Cafarnaum, de quem desventurado obsessor se retira clamando contra o Senhor em grandes vozes; narra Lucas o episódio em que Jesus realiza a cura de um jovem lunático, do qual se afasta o perseguidor invisível, logo após arrojar o doente ao chão, em convulsões epileptoides; e reportas-se João a israelitas positivamente obsidiados, que apedrejam o Cristo, sem motivo, na chamada Festa da Dedicação.

Entre os que lhe comungam a estrada, surgem obsessões e psicoses diversas. Maria de Magdala, que se faria a mensageira da ressurreição, fora vitima de entidades perversas.

Pedro sofria de obsessão periódica.

Judas era enceguecido em obsessão fulminante.

Caifás mostrava-se paranoico.

Pilatos tinha crises de medo.

No dia da crucificação, vemos o Senhor rodeado por obsessões de todos os tipos, a ponto de ser considerado, pela multidão, inferior a Barrabás, malfeitor e obsesso vulgar.

E, por último, como se quisesse deliberadamente legar-nos preciosa lição de caridade para com os alienados mentais, declarados ou não, que enxameiam no mundo, o Divino Amigo prefere partir da Terra na intimidade de dois ladrões, que a Ciência de hoje classificaria por cleptomaníacos pertinazes.

A vista disso, ante os escarnecedores de todos os tempos, eduquemos a mediunidade na Doutrina Espírita, porque só a Doutrina Espírita é luz bastante forte, em nome do Senhor, para clarear a razão, quando a mente se transvia, desgovernada, sob o fascínio das trevas.

Fonte:

Livro: A Seara dos Médiuns. Espírito: Emmanuel. Médium: Francisco Cândido Xavier. Tema: Obsessão e Jesus - reunião pública de 04/03/1960.


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Lucas, 18:18-25; Mateus, 19:16-24; Marcos, 10:17-25.

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Lucas, 18:18-25; Mateus, 19:16-24; Marcos, 10:17-25.

Um homem de muitas posses aproximou-se de Jesus e Perguntou:

- Bom Mestre, o que devo fazer de bom para ter a vida eterna?

Jesus respondeu:

- Por que você me chama de bom? Só Deus é bom e mais ninguém. Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos.

- Que mandamentos? — Perguntou o homem.


Disse Jesus:

- Não matarás; não cometerás adultério; não furtarás; não darás testemunho falso; honra a teu pai e a tua mãe e ama a teu próximo como a ti mesmo.

Ele replicou:

- Eu tenho observado todos esses mandamentos desde minha juventude; o que ainda me falta?

Jesus respondeu:

- Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que você possui e doe aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, venha e me siga.

Mas ele, ouvindo isto, ficou muito triste, porque era muito rico.

Então Jesus disse aos seus discípulos:

- Como é difícil os ricos entrarem no Reino de Deus! É mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha.

Mateus, 19:16-24; Lucas, 18:18-25; Marcos, 10:17-25.

 

Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

4 - Portuguese Free Bible - Biblia Livre Nestle 1904 - Creative Commons Attribution License - Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil - Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles.

http://sites.google.com/site/biblialivre/

 

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Não se deve servir a Deus e a mamon - Lucas, 16: 13.


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Não se deve servir a Deus e a mamon (Lucas, 16: 13).


Ninguém pode servir a dois senhores;

porque ou irá odiar a um e amar ao outro,

ou irá se dedicar a um e desprezar o outro.

Não podeis servir a Deus e a mamon.

Nota: Mamon é uma palavra hebraica que quer dizer dinheiro ou riqueza.

Jesus alerta para o apego ao dinheiro porque afasta a pessoa de Deus. Os ensinamentos de Jesus

são sobre humildade e caridade.


Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

4 - Portuguese Free Bible - Biblia Livre Nestle 1904 - Creative Commons Attribution License - Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil - Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles.

http://sites.google.com/site/biblialivre/

 

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O Maior Mandamento - Mateus, 22:34-40.


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O maior mandamento - Mateus, 22:34-40.

 

Ao ouvirem dizer que Jesus havia calado a boca dos saduceus,

os fariseus se reuniram.

Então, um deles, que era doutor da lei,

pondo-o à prova, lhe fez esta pergunta:

Mestre, qual é o maior mandamento da lei?

Jesus respondeu:

Ame o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a

tua alma e de todo o teu espírito;

este é o maior e o primeiro mandamento.

E aqui está o segundo, que é semelhante ao primeiro:

Ame o teu próximo como a ti mesmo.

Toda a lei e os profetas estão contidos nesses dois mandamentos.


Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

 

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Parábola do Julgamento Final / parábola da separação das ovelhas dos bodes (Mateus, 25: 31 a 46).

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Parábola do Julgamento Final / parábola da separação das ovelhas dos bodes (Mateus, 25: 31 a 46).

 

Quando o Filho do Homem vier acompanhado de todos os anjos, se sentará no seu trono; e, estando reunidos diante dele todos os povos, ele separará uns dos outros, como um pastor separa as ovelhas dos bodes, e colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.

Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Venham, vocês que foram abençoados pelo meu Pai, tomem posse do reino que lhes foi preparado desde o começo do mundo, porque:

- Eu tive fome e vocês me deram de comer;

- Eu tive sede e me deram de beber;

- Precisei de alojamento e me hospedaram;

- Estive nu e me vestiram;

- Estive doente e me visitaram;

- Fui preso e foram me visitar.


Então, os justos lhe responderão:

- Senhor, quando foi que nós te vimos com fome e te demos de comer?

- Ou quando te vimos com sede e te demos de beber?

- Quando foi que te vimos sem alojamento e que te hospedamos?

- Ou quando te vimos sem roupa e te vestimos?

- E quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te

visitar?

E o Rei lhes responderá: Em verdade vos digo que toda vez que fizeram isso a um meu irmão pequeno, foi a mim que o fizeram.

Aqueles que estiverem à sua esquerda, ele dirá:

- Afastem-se de mim, malditos; vão para o fogo eterno, que foi aparelhado para o diabo e para seus anjos, porque tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e não me deram de beber; precisei de alojamento, e não me hospedaram; estive sem roupa, e não me vestiram; fiquei doente e fui preso, e não me visitaram.

Então eles lhe responderam assim:

- Senhor, quando foi que nós te vimos com fome, com sede, sem alojamento ou sem roupa, doente ou na prisão, e que nós deixamos de te ajudar?

Ele lhes responderá: Em verdade lhes digo: que toda vez que vocês deixaram de prestar assistência a um destes pequeninos, vocês deixaram de socorrer a mim mesmo.

E então esses irão para o suplício eterno, e os justos para a vida eterna. 

Mateus, 25: 31 a 46.


Fontes:

1 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: Ery Lopes - Distribuição gratuita: Portal Luz Espírita – www.luzespirita.com.br – Capítulo XV, item 1.

2 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) - Tradução: J. Herculano Pires, Ed. Lake – Capítulo XV, item 1.

3 - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec (1804-1869) – Tradução: Guillon Ribeiro, Ed. FEB - Capítulo XV, item 1.

 

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O sacrifício mais agradável a Deus!

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